Thursday, December 1, 2011

O DIA EM QUE SOH ARES CRIOU O MUNDO

NO PRIMEIRO DIA FEZ-SE LUZ

NO TERCEIRO DIA SOH ARES CRIOU O MUNDO E PUTOCALE COM ELE

MAS O DEMÓNIO SERPENTÁRIO CRESCEU EM FORÇA

E AFASTOU SOH ARES DO DOMÍNIO DAS SUAS CREATURAS

E SOH ARES DEUS LAICO E RES PUBICANO

DEUS ATEU POR NATUREZA E SENHOR DE TUDO POR CON VIC SÃO (2)

VIU QUE O PARTIDO DITO "DEMO SOCRÁTICO" QUE DOMINARA A PRIMEIRA RES PÚBICA

ERA INEFICIENTE E ASSIS FOI ELEVADO AU CIEL E VOLTOU MAIS RECHONCHUDO

NUMA MADRUGADA DE ABRIL

MAS AS FORÇAS DO MAL VIERAM COM ELE

E TENTARAM SUBVERTER A DEMO SOCRATIA MAÇÓNICA QUE IRIA UM DIA EDIFICAR

MAS SOH ARES FORÇA DA LUZ DESINTEGROU ALL VARUS FORÇA DAS TREVAS

E O MUNDO VIVEU FELIZ LONGOS ANOS

ATÉ QUE AS FORÇAS DO MAL ALL VARISTAS VOLTARAM

NA FORMA HABITUAL DE MINISTRO DE INCONOMIAS VÁRIAS

COISA QUE SOH ARES DEUS DE MÃOS LARGAS NUNCA PERCEBEU

E ENTÃO SOH ARES FALOU

E SOH ARES ESCREVEU O SEU LIVRO SAGRADO

O MEIN KAMPF DA LUTA CONTRA O MAL

E SOH ARES ASCENDEU AOS CÉUS COMO MAOMÉ

E COM SAL Y AZAR VAI RESSUSCITAR UM DIA

5 comments:

  1. isto é novo não é ?December 1, 2011 at 2:36 PM

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    E em Messias sem mácula.
    Mas todos os homens ditos "grandes" e Merckl mulheres (ou damas com ferro)só o são porque se tornam o centro de uma rede de interesses, ódios mesquinhos, desconfianças várias e medos.
    Porque quanto mais velhos são os homens, mais medo do que o futuro lhes vai trazer têm.

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  2. ficava melhor e ó Messias sem Mácula ou coiso & tal

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  3. é ficou....ó sandokan tigre da malaiaFebruary 10, 2012 at 11:13 AM

    Para que possamos entender de forma definitiva as causas reais da crise eurropeia temos de re cu ar à ocorrida em 1997 é interessante, em primeiro lugar, notarmos a existência de alguns fundamentos macroeconômicos básicos que, grosso modo, estiveram todo o tempo por de trás do de ordem financeira que desestabilizaram profundamente a economia de países que, até então, eram considerados prósperos, seguros e estáveis.

    aqueles países que, ao contrário, são levados à difícil condição de devedores internacionais. Os devedores internacionais seriam justamente aqueles países que dependem de um influxo constante de recursos externos para assim financiarem seus processos de crescimento e desenvolvimento. Financiamentos esses bancados exatamente pelos países credores que, dispondo de fundos financeiros excedentes, saem a procura de novas alternativas de investimento (de caráter produtivo ou não) para seus capitais ociosos e acabam encontrando essas alternativas nos países tidos como devedores (que a propósito sempre são levados, dada a condição de tomadores de recursos, a remunerar os investimentos internacionais a taxas mais elevadas.

    Tal situação, é verdade, poderia ser considerada normal e aceitável se levássemos em conta a tese de que todo o fluxo de capitais existente entre países credores e devedores ocorre sempre de um modo previsível e dentro de um horizonte de longo prazo. Ou seja, teríamos, com certa regularidade, capitais sendo transferidos de um país a outro com o ânimo de fincar raízes e ir gradativamente sendo acumulados com o passar do tempo no interior dos países devedores (destinatários dos recursos). Contudo, observa-se ainda hoje algo que foi notório durante a crise asiática, isto é, dentre as diversas modalidades de capital que circulam internacionalmente visando primordialmente equilibrar os excessos e as carências de poupança existentes entre os países credores e os países devedores estão, sempre a marcar forte presença, os chamados capitais especulativos e voláteis de curto prazo. Capitais que passeiam pelo mundo na ânsia de ganhos imediatos e cuja extrema mobilidade é ao mesmo tempo causa e conseqüência do processo de globalização e desregulamentação dos mercados financeiros mundiais, da elevação da oferta monetária e de uma integração sem precedentes das praças financeiras internacionais. Vemos então que esses capitais voláteis tem um comportamento totalmente oposto àquilo que seria desejável pelos países tomadores de recursos externos (devedores), uma vez que circulam de maneira irregular, imprevisível e sem estabelecer qualquer vínculo de longo prazo com os países que os recebem, tornando ainda mais grave e arriscada a atual situação de dependência externa desses países. Dependência que tem como uma de suas inúmeras facetas, os históricos déficits em transações correntes registrados por tais países e o constante acúmulo de dívida externa (situação típica dos países devedores, incluindo, é claro os países asiáticos).

    Na verdade, déficits em conta corrente resultam do simples fato de que há países que no todo necessitam consumir e investir internamente uma quantia que é maior do que aquilo que lhes cabe em termos de renda nacional e também maior em relação ao que conseguem poupar internamente num dado intervalo de tempo. Assim fica difícil contornar de maneira definitiva a situação crônica dos elevados déficits em conta corrente desses países porque o fluxo de capitais estrangeiros que eles recebem geram uma contrapartida posterior materializada na forma de uma saída de recursos sob a rubrica de remessa de lucros, dividendos, juros, pagamentos de royaltes, etc. Saída que torna-se maior e mais freqüente nos momentos de crise cambial ou a simples ameaça dela,

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  4. Portugal

    197
    Alemanha

    74
    Estados Unidos

    61
    Brasil

    43
    Ucrânia

    23
    Luxemburgo

    19
    Rússia

    16
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E Ouvi ó Messias Sem mácula:
Todos os homens ditos &grandes& e Mercklnatsozi's mulheres (ou damas com ferro)só o são porque se tornam o centro de uma rede de interesses, ódios mesquinhos, desconfianças várias e medos.
Porque quanto mais velhos são os homens, mais medo do que o futuro lhes vai trazer têm.
To je špatné, takhle snadno bys neměl končit. Zkus pokračovat, dotáhnout to. Snaž se, stojí to za to